Marconi e Eliton transformaram Goiás em um eterno 1º de Abril

A gestão do governador Marconi Perillo (PSDB) transformou Goiás em um eterno 1º de abril, o consagrado dia da mentira. Nas propagandas de governo e, principalmente, na campanha eleitoral, o Estado é o que mais cresce no País, tem saúde pública de ponta, escolas de qualidade e malha viária digna de países europeus

A realidade, porém, confronta diariamente o governo tucano com a verdade.

Muito distante do Estado apresentado na campanha eleitoral que deu a Marconi Perillo seu quarto mandato, Goiás está falido. O maior patrimônio de Goiás, a Celg foi vendida a preço de banana, o que restou foi repassado ao vice-governador e postulante à cadeira do rei em 2018. O objetivo é manter o poder qualquer custo. No dia (30) em que Marconi e o vice-governador José Eliton apresentavam a ilusão dos 10 bilhões, o MPF jogou luz sobre o mundo de ilusão em que vive a dupla e transformou o governador em investigado por corrupção. 

As muitas obras iniciadas em busca de dividendos eleitorais foram imediatamente paralisadas ao final de 2014. De lá para cá, os canteiros foram abandonados e quase nada foi concluído. O Centro de Convenções de Anápolis, anunciado duas vezes no mesmo mês está do mesmo jeito: parada e faz parte do "Goiás na Frente" com os fundos que/se restarem da Celg. Destino parecido tiveram os vários hospitais regionais abandonados pelo interior. 

As obras de construção, duplicação ou reforma das rodovias estaduais também foram paralisadas. Há hoje em Goiás milhares de quilômetros de rodovias completamente abandonados. A falta de manutenção eleva a quantidade de acidentes, mortes nas rodovias, além de dificultar o transporte da safra no interior goiano. Entre o que foi apresentado na campanha tucana e a realidade enfrentada pelos goianos há uma diferença: 1º de abril.

Ainda hoje, nas campanhas publicitárias Goiás tem uma saúde pública de primeira qualidade. A verdade, porém, mais uma vez confirma o 1º de abril. Sob as organizações sociais (OS), os hospitais do Estado restringiram os atendimentos. Na Saúde o abandono é completo: o Hospital Materno Infantil virou um depósito de bebês, como mostra hoje o Goiás Real. 

Os servidores do Estado se preparam para pagar a conta dos anos de completa irresponsabilidade com o pacotão de maldades que, entre vários absurdos, pretende acabar com direitos adquiridos do servidor público. Para reduzir a folha salarial do Estado, Marconi promoveu verdadeira cruzada contra o funcionalismo (concursado) – por outro lado, anunciou a recriação de 800 cargos comissionados, e se recusa cortar gastos supérfluos como shows, festas e viagens. Além do não pagamento da data-base, os servidores também viram direitos serem sacrificados, além de constante ameaça de novos cortes e punições. As promessas de campanha para os servidores? Sim, ‘quem caiu, caiu...era 1º de abril.’

Por fim, há um item que foge ao dia da mentira. A violência com que os goianos passaram a conviver nos últimos anos é real, cruel e perversa. Depois de quatro mandatos, sem política pública eficiente em Segurança Pública, Marconi elevou Goiás do 18º para o 4º lugar entre os Estados mais violentos do País, o único fora do nordeste brasileiro – são mais de 2,5 mil homicídios por ano. 

Portanto, em Goiás a constatação é óbvia: todos os dias tem sido 1º de abril.
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Por Unknown

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